sábado, 1 de agosto de 2015

contaminação aquática!

Vocês  devem ter acompanhado a a notícia de que as provas aquáticas das olimpíadas seriam realizadas na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, pois competidores de outros países teriam passado mal durante um treino realizado na Baía de Guanabara. Nas amostras coletadas foi confirmado a presença de coliformes fecais e vírus. Veja a atualização desta "novela" chamada Baía de Guanabara. Mesmo assim as provas aquáticas serão realizadas no Rio.OMS pediu para o COI analisar níveis de vírus 

Foram testados apenas os níveis de bactérias para determinar se algumas sedes de esportes aquáticos da Rio 2016 são seguras para os atletas. Federações internacionais da vela e do triatlo disseram que vão iniciar investigações próprias



 - A Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu para que o Comitê Olímpico Internacional (COI) passe a monitorar os níveis de vírus nas águas do Rio de Janeiro após um estudo da AP revelar que a poluição em pontos que servirão de sede para as provas podem colocar a saúde dos atletas em risco.
Membros do comitê olímpico e do governo brasileiro testaram apenas os níveis de bactérias presentes nas águas para determinar se elas são seguras. No entanto, especialistas afirmam que vírus representam um problema muito maior e precisam ser monitorados.




Águas do Rio vão passar por testes do COI
Foto:  João Laet / Agência O Dia

"Nós vamos encontrar alguém que possa fazer o teste e nos dizer com segurança o que precisamos saber", diz Peter Sowrey, chefe da Federação Internacional de Vela (Isaf). "Esse é o meu plano", completa.
Sowrey, que se encontra na Malásia para um encontro do COI, tem um interesse pessoal na pesquisa. Sua mulher, Alesandra, é carioca, e o casal tem uma filha de nove anos. "Eu sou pai. Quero ter certeza de que todos que entrem nas águas estejam seguros."
Além da Isaf, a União Internacional de Triatlo (ITU) também deve investigar os níveis de poluição das águas cariocas por conta própria, segundo Shin Otsuka, membro executivo da federação.
"Plano B"
De acordo com Sowrey, o "plano B" caso a Baía de Guanabara não apresente condições ideais para a vela será levar as competições para o mar aberto. O dirigente diz que seria triste perder a oportunidade de ter o Pão de Açúcar como cenário de fundo e a chance de ver o esporte ganhar destaque nas transmissões, uma vez que as provas geralmente são em locais afastados das principais sedes.
"Não vamos sacrificar a saúde dos atletas por causa de boas imagens e uma boa transmissão. Mas o cenário do Rio é incrível e será importante para o esporte da vela", declarou.
Poluição e riscos
O estudo da AP revelou que níveis perigosos de vírus e bactérias foram encontrados na Baía de Guanabara, na lagoa Rodrigo de Freitas e no mar de Copabacana, sedes de modalidades como vela, canoagem, triatlo e maratona aquática. Cerca de 1.400 atletas vão competir nestes locais durante as Olimpíadas de 2016.Fonte:O Dia

Amamentação!

Semana do Aleitamento Materno discute desafio de conciliar trabalho e amamentação

Campanha se inicia neste sábado e segue até o dia 7 de agostoO leite materno é considerado o alimento mais completo para o bebê. Nele, estão contidos todos os nutrientes necessários para o completo e correto desenvolvimento da criança. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde é que os bebês recebam exclusivamente leite da mãe durante os primeiros seis meses de vida. Entretanto, segundo o mais recente levantamento do governo federal, feito em 2009, a média de aleitamento materno exclusivo no Brasil é de apenas 54 dias — ou seja, menos de dois meses. Entre os principais motivos para isso estão aCom o objetivo de alertar para a importância da amamentação e promover iniciativas para estimular essa prática, a Aliança Mundial de Ação pró-Amamentação criou, há mais de duas décadas, a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Neste ano, o lema da campanha, que se inicia hoje e vai até 7 de agosto, é Amamentação e Trabalho — Para Dar Certo o Compromisso É de Todos. 


 Qual o papel do pai na amamentação?

Conforme a pediatra Glaucia Souto, do Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre, o grande impasse para as mães brasileiras seguirem a recomendação de fornecer amamentação exclusiva aos seus filhos durante seis meses ainda é a legislação, que prevê uma licença-maternidade de apenas quatro meses.
— Ainda que algumas empresas e órgãos públicos concedam a licença de até 180 dias, para muitas brasileiras essa não é uma realidade. Isso é preocupante, pois até os seis meses o aleitamento é uma das únicas formas de proteção que os bebês recebem — lamenta Glaucia.
Como forma de contornar o problema, uma das recomendações da especialista é tentar conciliar a licença com um período de férias, estendendo, assim, o tempo de dedicação exclusiva ao filho.  Caso isso não seja possível, as mães podem fazer coleta de leite em casa e guardar o alimento para oferecer ao filho no horário em que estejam trabalhando. Entretanto, é preciso respeitar todos os cuidados necessários de armazenamento — destaca a pediatra.
Adequação do ambiente profissional
Além do aleitamento exclusivo até os seis meses, a OMS recomenda que o bebê continue recebendo leite da mãe até os dois anos, intercalando com outros alimentos. Aqui aparece outro desafio para a mulher: como seguir estimulando a produção de leite ficando tantas horas por dia dentro de um escritório?
Cléa Machado de Carvalho, enfermeira e consultora em Aleitamento Materno do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, destaca que uma das formas mais eficazes de contornar a situação é a criação de ambientes propícios à amamentação dentro das empresas. Em 2010, o Ministério da Saúde regulamentou a implementação de salas de apoio à amamentação no ambiente de trabalho — local onde as mães podem tirar o leite com conforto, privacidade e segurança, armazenando o alimento em frascos esterilizados para, em outro momento, oferecê-lo ao seu filho. O espaço, entretanto, não é obrigatório.
Para a enfermeira Fernanda Córdova, 33 anos, ter à disposição um ambiente assim foi fundamental para garantir que o filho, Juliano, continuasse recebendo leite até os dois anos:
— Durante o horário de trabalho, eu conseguia tirar leite pelo menos uma vez ao dia, armazená-lo e levá-lo ao meu filho.
Hoje, prestes a comemorar os três anos do filho, Fernanda conta que Juliano não toma mais o leite, mas ainda colhe os resultados da alimentação nutritiva que recebeu.
— Ele nunca precisou tomar um antibiótico, nunca teve otite ou infecções nas vias aéreas, problemas que são comuns na infância. Eu atribuo muito ao aleitamento materno, que o ajudou a se desenvolver bem e ser uma criança ativa e saudável — diz.
Dicas para conciliar trabalho e amamentação
Ordenhar: para que o leite não cesse, é essencial estar sempre estimulando a amamentação. No trabalho, a cada três horas, é importante que a mãe manipule as mamas, retirando o líquido.
Armazenar: o leite materno pode ser mantido congelado até 15 dias após a retirada. Em geladeira, até 12h. Recomenda-se etiquetar cada frasco com data e hora ao armazená-lo.
Preparar: para descongelar o leite, o frasco deve ser posto em banho-maria à temperatura ambiente.
Em casa, amamentar: é muito importante que a mãe, quando estiver em casa, ofereça seu seio sempre que a criança pedir. As mamadas noturnas podem ser cansativas, mas são fundamentais para manter uma boa amamentação, pois é a hora de maior liberação da prolactina, hormônio que controla a produção do leite.
Fonte: Cléa Machado de Carvalho, enfermeira e consultora em Aleitamento Materno do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Ameaças


Advogada foi ''responsabilizada' se não esclarecer ameaças, diz Cunha
Presidente da Câmara alegou que acusação atinge a Casa 'como um todo'. Ele afirmou que determinará à Procuradoria da Casa interpelá-la judicialmente.

Do G1, em Brasília
 O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, comenta no Twitter declarações da advogada Beatriz Catta Preta (Foto: Reprodução / Twitter)


   

reta (Foto: Reprodução / Twitter)
O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou neste sábado (1º), por meio de sua conta pessoal no microblog Twitter, que a advogada Beatriz Catta Preta deve ser "responsabilizada" caso não esclareça quais integrantes da CPI da Petrobras teriam a ameaçado e de que forma. A criminalista, considerada uma das maiores especialistas em delações premiadas do país, deixou a defesa de nove investigados pela Operação Lava Jato alegando ter sofrido "ameaças veladas" de parlamentares que integram a comissão parlamentar de inquérito.Entre as propostas que podem ser apreciadas nesta semana pelos deputados federais está o projeto que estabelece o aumento da correção dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
A possível mudança divide opiniões (assista ao vídeo ao lado). De um lado, o governo afirma que a mudança pode gerar impacto negativo no financiamento da casa própria. Do outro, Cunha defende a mudança no índice de correção do FGTS alegando que os trabalhadores devem ter uma remuneração maior dos recursos aplicados no fundo.
O texto em tramitação na Câmara propõe que o dinheiro depositado no FGTS tenha uma remuneração igual à da poupança, o que, na prática, significa que o rendimento subiria de cerca de 3% ao ano para aproximadamente 6%. A nova taxa, se aprovada, valerá para os depósitos feitos a partir de 2016.
"A correção do FGTS nada tem a ver com as contas públicas, pois se trata dos saldos futuros dos depósitos do dinheiro dos trabalhadores", afirmou Cunha no Twitter.3