terça-feira, 16 de junho de 2015

Nave de pesquisa fora de controle caiu sobre o Oceano Índico, diz Nasa

Nave TRMM ficou sem combustível em abril de 2014, mas continuou enviando dados científicos por mais um ano.Depois de algumas horas de suspense, a nave espacial de pesquisa TRMM (Tropical Rainfall Measuring Mission) entrou de volta na atmosfera sobre o norte da África e caiu no meio do Oceano Índico hoje por volta das 11 horas, segundo a Nasa. Na segunda, a agência espacial norte-americana informou que a nave cairia nesta terça-feira, mas, por conta de variações naturais no ambiente próximo à Terra, não era possível prever o local exato. Só se sabia que a TRMM cairia sobre algum lugar da região tropical - entre os paralelos 35 norte e 35 sul - área que inclui todo o território brasileiro.

Nave de pesquisa fora de controle caiu sobre o Oceano Índico, diz Nasa

Depois de algumas horas de suspense, a nave espacial de pesquisa TRMM (Tropical Rainfall Measuring Mission) entrou de volta na atmosfera sobre o norte da África e caiu no meio do Oceano Índico hoje por volta das 11 horas, segundo a Nasa. Na segunda, a agência espacial norte-americana informou que a nave cairia nesta terça-feira, mas, por conta de variações naturais no ambiente próximo à Terra, não era possível prever o local exato. Só se sabia que a TRMM cairia sobre algum lugar da região tropical - entre os paralelos 35 norte e 35 sul - área que inclui todo o território brasileiro.
A TRMM é uma missão conjunta da Nasa com a Jaxa (Agência Espacial Japonesa), lançada em 1997 para estudar as chuvas no planeta, no contexto de pesquisas sobre clima e meteorologia. Inicialmente, a nave foi desenhada para ter uma vida útil de três anos, mas ela se manteve operacional ao longo de 17 anos, enviando grandes quantidades de dados científicos.
Em julho de 2014, os dados enviados pela TRMM revelaram que ela estava finalmente sem combustível e, portanto, sem condições de fazer as necessárias correções periódicas na órbita, a 402 quilômetros de altitude. A previsão inicial, na época, era que a órbita da nave continuaria se desestabilizando lentamente até que ela fosse destruída pela entrada de volta na atmosfera, estimada para fevereiro de 2016. A nave passou a entrar em um movimento espiral cada vez mais intenso e a missão foi oficialmente encerrada no dia 15 de abril de 2015.
Desde o fim oficial da missão, a trajetória da TRMM foi monitorada pela Rede de Vigilância Espacial dos Estados Unidos, operada pelo Departamento de Defesa do país, e pelo Comando Estratégico do Centro Conjunto de Operações Espaciais.
Na semana passada, a Nasa previu que a maior parte da TRMM deveria se desintegrar ao entrar na atmosfera, durante a queda sem controle - mas que cerca de 12 componentes da nave poderiam sobreviver ao impacto. A agência, no entanto, informou que a chance de uma dessas peças acertar alguém era de uma em 4,2 mil - que é considerada relativamente baixa. O peso total dos 12 componentes é de 112 quilos.
Segundo a Nasa, desde o início da era espacial, na década de 1950, não houve nenhum registro confirmado de pessoas feridas na reentrada de objetos espaciais na atmosfera. "Cerca de meia dúzia de restos de foguetes, satélites e outros detritos orbitais caem na Terra todos os anos", divulgou a Nasa em uma nota. 

Bomba! Dilma Rousseff Não compare ao programa do Jô


 Saiba porque Dilma não compareceu ao programa do Jô 

Instigado pelos vários comentários publicados nas redes sociais, assisti à longa entrevista de Dilma Rousseff ao Programa Jô Soares de ontem, dia 12 de junho."Não penso que presidentes, jornalistas, analistas políticos e artistas sejam estranhos entre si, não façam coisas em conjunto, não troquem favores ou não se deem as mãos. Ocorre o mesmo com governos e grandes redes de televisão, que costumam se apoiar mutuamente. Nunca se deve esquecer que rádios e televisões são concessões públicas e as verbas oficiais de propaganda pesam muito em suas receitas. Nem se pode ignorar que presidentes, governadores, prefeitos, parlamentares e dirigentes políticos necessitam desesperadamente de “exposição midiática” e adoram aparecer nos telejornais ou em entrevistas. Quando podem ser estrelas principais de um programa televisivo, como ocorreu ontem com Dilma, o fato é comemorado como conquista política, algo destinado a alterar expressivamente o humor público e a correlação de forças políticas. Nem sempre isso acontece, mas a sensação do entrevistado é de que marcou posição.

A Globo e o governo Dilma não fogem à regra. Só cabeças muito maniqueístas demonizam a Globo ou demonizam o governo petista: eles estão muito mais próximos do que a vã filosofia imagina. Somente pessoas simplórias podem achar que Jô Soares é um impávido desbravador da opinião pública, um indignado contra as injustiças do mundo, alguém que não se dobra ao fascínio do poder ou às ordens de seus superiores. Ou pensar que Dilma seja refratária aos salamaleques da Globo, em obediência a sabe-se lá que decisão de combater sem trégua à “mídia golpista”. Tanto ele, o entrevistador, quanto ela, a entrevistada, têm total direito de fazer o que fizeram. Não contrariam nenhum código de conduta. Por que contestar um apresentador de talk-show por tomar partido ou pegar mais leve numa entrevista concebida para ser “digestiva” e agradável? Por que criticar a presidente por querer vender seu governo?

Em suma, não há porque condenar a entrevista de Dilma, encomendada pelo marketing palaciano e obedientemente organizada por Jô, ou por livre e espontânea vontade, ou por ordem do jornalismo global. Ela tem até mesmo um efeito colateral não desprezível: ajuda a que se percam ilusões sobre a relação entre governo petista e grande mídia.Isso posto, sobra a entrevista em si. E aí entra o discernimento crítico. A técnica empregada nela foi do tipo “eu levanto e você chuta”, que bloqueia a naturalidade e trava a sinceridade do entrevistado e do entrevistador. Tudo muito recitado, previamente combinado, provavelmente editado, ajustado, etc. Seria mais legal se o lance fosse tipo pinga-fogo. Talvez por isso, a entrevista é entediante, pouco esclarecedora, não traz nenhum fato novo, é tão-somente uma cansativa propaganda dos atos governamentais, alongada e glamourizada com umas pitadas de Dilma coração valente.A entrevista é horrorosa e muito provavelmente produzirá efeito contrário ao desejado. Nela, ressaltam alguns defeitos imperdoáveis: falha de comunicação governamental, ausência de projeto político, fraqueza da protagonista principal, falta de um eixo expositivo. Alguns momentos foram simplesmente patéticos, tristes de se ver. Pô, era a Presidente da República! Ninguém pode ficar feliz com sua performance bisonha, repleta de tatibitates, platitudes e tropeços. Ela achou bacana lembrar que na cadeia lia bulas de remédio para dar vazão à necessidade de leitura e Jô nem sequer se envergonhou em dizer que “lambeu uma pedra do pré-sal e ela tinha gosto de sal”.

A pergunta que fica é como algo assim pode acontecer. Será que ninguém do PT viu isso ou procurou contribuir para modelar politicamente a entrevista? Será que o Jô não se deu conta do quão pouco à vontade ele estava, a ponto de sujar seu filme? Será que Dilma não viu que estava entrando numa roubada? Fonte:O Estadão 






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Por que a fórmula 85/95 vai melhorar as aposentadorias

Proposta, elaborada em 2009 em conjunto pela CUT, demais centrais sindicais e integrantes do governo Lula, é resultado de consenso e vai deixar o fator previdenciário para trásSão Paulo – A fórmula 85/95, aprovada na semana pela maioria dos deputados federais, vai melhorar bastante a vida dos futuros aposentados, na opinião da CUT. Ao contrário do que muitos estão imaginando, as pessoas não terão de ter 85 anos ou 95 anos de vida para se aposentar. Nada disso. Vai diminuir o tempo para se aposentar e ainda vai aumentar o valor das aposentadorias.
A fórmula é simples. Os trabalhadores e trabalhadoras vão poder somar a idade e o tempo de contribuição à Previdência para se aposentar sem desconto.
Assim: idade + tempo de contribuição = 85 (para as mulheres) e 95 (para os homens). Se a conta bater, o trabalhador ou trabalhadora terá aposentadoria integral.
Pela regra, os homens têm de contribuir 35 anos para a Previdência. As mulheres, 30.
Vamos citar dois exemplos básicos: homem com 60 anos + 35 anos de contribuição = 95 (aposentadoria sem desconto). E mulher com 55 anos + 30 anos de contribuição = 85 (aposentadoria sem desconto)
A idade das pessoas pode variar caso a caso, já que muitos começam a trabalhar desde muito cedo, e tantos outros trabalham alguns períodos sem fazer contribuições à Previdência – seja porque ficam um tempo sem carteira assinada ou não pagam o Guia da Previdência Social (GPS), quando autônomos. Fonte://www.redebrasilatual.com.br